Mercado imobiliário em 2018: perspectivas para esse ano

Nos últimos anos, a venda de imóveis sofreu uma redução considerável. Com a crise política e financeira que atingiu o país, os brasileiros se viram endividados e com pouca oferta de crédito, em especial a classe C. O desemprego também contribuiu para esse cenário.

Agora, com retomada do desenvolvimento econômico, ainda que de forma tímida, mais ofertas de emprego, controle da inflação e a queda na Taxa Selic – que controla os juros de todo o mercado, a expectativa é de crescimento no mercado imobiliário em 2018.

Nesse artigo, reunimos o que há de mais importante sobre o assunto e o que os especialistas estão dizendo sobre as notícias do mercado imobiliário para 2018. Confira!

Mercado imobiliário em 2018: entenda os passos que levaram o setor até esse momento

O mercado imobiliário viveu seu auge alguns anos atrás, passando por um crescimento significativo. Em 2008, quando o mundo sofria os impactos da crise americana, o Brasil conseguiu superá-la e manteve o ritmo de prosperidade.

A economia do país estava forte, a taxa de emprego batia recordes e a confiança do consumidor era alta o suficiente para assumir o compromisso de um financiamento imobiliário. A conquista da casa própria foi uma realidade para muitos brasileiros.

Em nove anos, o setor teve um incremento de 800%. Para se ter uma ideia, somente em 2013 foram comercializados 529,8 mil imóveis em todo o Brasil, com o volume de mais de R$ 109 bilhões em financiamento.

Retração da economia interrompeu ciclo de crescimento do mercado imobiliário

Mas esse sucesso teve fim em 2014, ano da Copa do Mundo. Em matéria publicada no Portal G1, o economista Marcelo Barros explicou a situação. Com a supervalorização dos imóveis em função de toda a estrutura para receber o evento esportivo, deu início a desaceleração na construção.

No ano seguinte, a recessão econômica agravou a queda. Cerca de 10 milhões de pessoas estavam desempregadas – um índice de 8,5% da população, os bancos limitaram a concessão de crédito e comprar um imóvel ficou mais difícil.

Agora, o país começa a superar esse panorama e o mercado imobiliário em 2018 já começa a dar sinais de melhora.

Crescimento do mercado imobiliário em 2018 é aposta de profissionais e especialistas

As indicações de melhoria de um dos mais importantes setores da economia brasileira começaram no segundo semestre de 2017. Em São Paulo, por exemplo, mais de 1.800 imóveis foram comercializados, somente em agosto – um aumento de 73% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Para o presidente da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), Luiz França, os indicadores econômicos favoráveis permitem acreditar na retomada real do mercado imobiliário em 2018.

A queda na Taxa Selic é um fator que impacta diretamente as negociações de imóveis. A previsão é de que ela feche o ano em 7%. Ótima notícia para quem quer comprar, já que a cada ponto cortado na taxa básica de juros, a receita mínima exigida para financiamento cai entre 6% e 8%.

Vale lembrar que no último ano, a Selic teve uma redução de seis pontos. Com isso, cerca de 6 milhões de famílias se tornaram aptas a financiar um imóvel de até R$200 mil.

mercado imobiliário

Crescimento é maior para os imóveis populares

A recuperação prevista para o mercado imobiliário em 2018 tem impactado mais os imóveis populares. As novas regras do programa do Governo Federal “Minha Casa, Minha Vida” (MCMV) – que agora contempla municípios com menos de 50 mil habitantes, contribuiu para o lançamento de novos empreendimentos populares.

Segundo a Abrainc, no último ano os empreendimentos aumentaram 8%, sendo o MCMV responsável por 78,8% dessas unidades lançadas em todo o país.

Enquanto isso, o lançamento de imóveis de médio e alto padrão tiveram uma queda de 13% no número de lançamentos. Mas as vendas subiram 7%.

E quais as perspectivas para o mercado de imóveis de médio e alto valor?

O mercado de alto e médio padrão também sofreu forte impacto devido às condições econômicas nos últimos anos.

Porém, ao longo dos meses, tem se aquecido e as quedas vêm diminuindo. A Abrainc também fez o seguinte apontamento: enquanto em novembro de 2016 foram 9,8 mil imóveis de médio e alto padrão lançados e 10,1 mil vendidos, no mesmo mês de 2017 foram 13.227 e 31.075, respectivamente.

A alta se deve ao fato de que os consumidores de médio e alto padrão não dependem tanto de financiamentos ou intermédio de incorporadoras. Com um mercado mais estável, as construtoras passam a ofertar mais imóveis, que são vendidos mais facilmente para esse perfil de público.

Projeções para o mercado imobiliário em BH

As projeções para o mercado imobiliário em BH seguem a mesma tendência positiva. Mesmo com a crise, alguns bairros sofreram pouco com a desaceleração e outros até mantiveram a valorização. O Sion, por exemplo, teve um aumento de 12% do valor do metro quadrado, entre 2016 e 2017.

Alguns dos melhores bairros de BH, como Lourdes, Funcionários, Santa Efigênia, Belvedere entre outros, mantiveram boas taxas de vendas e alugueis.

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De forma geral, o reaquecimento ficou mais forte ainda em 2017, quando o volume de vendas na cidade, somado ao de Nova Lima, cresceu 52%, segundo o Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais (Sinduscon-MG).

Os empreendimentos comerciais e de luxo estão otimistas e bairros como Funcionários e Vila da Serra estão ficando mais valorizados, graças ao lançamento de escritórios e empreendimentos de alto padrão.

Os lofts e apartamentos compactos também devem ser uma forte tendência na capital mineira. Para casais sem filhos ou pessoas que vivem sozinhas, os espaços menores garantem qualidade de vida, com bom custo-benefício e a possibilidade de acabamentos finos e condomínios com mais conforto.

Para quem está pensando em investir no mercado imobiliário de BH esse é o momento ideal. Com a retomada da economia, os brasileiros devem focar, primeiro, na demanda por bens de consumo, deixando investimentos maiores para o segundo semestre.

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