Como declarar crédito imobiliário no imposto de renda 2022

Euro bills and coins with financial charts showcasing budgeting and investment planning.
Euro bills and coins with financial charts showcasing budgeting and investment planning.

Quem adquiriu um imóvel financiado precisa saber como declarar crédito imobiliário no imposto de renda 2022 para aproveitar os benefícios fiscais disponíveis. Essa dedução é um direito do contribuinte que tem financiamento imobiliário ativo, permitindo reduzir significativamente o valor do imposto a pagar. Muitos proprietários deixam de lado essa oportunidade simplesmente por desconhecimento dos procedimentos corretos ou por acreditar que o processo é complexo.

O crédito imobiliário funciona como uma forma de abater os juros e a amortização do principal do financiamento da sua declaração de imposto de renda. Para fazer isso corretamente, você precisa reunir a documentação adequada fornecida pela instituição financeira e seguir os passos específicos da Receita Federal. A Intacta Engenharia, com mais de 30 anos de atuação no mercado imobiliário, entende a importância de orientar seus clientes sobre essas questões fiscais que impactam diretamente no orçamento anual.

Neste guia, você encontrará as informações necessárias para declarar seu crédito imobiliário de forma correta e segura, evitando erros que possam gerar problemas com a Receita Federal.

O que é crédito imobiliário e por que ele precisa ser declarado no IR 2022

O crédito imobiliário é a modalidade de financiamento destinada à aquisição, construção ou reforma de imóveis residenciais ou comerciais. No Brasil, as principais linhas operam pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH) ou pelo Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), com recursos provenientes do FGTS, da poupança (SBPE) ou de emissões como LCI. O comprador recebe o valor do bem antecipadamente e assume o compromisso de devolvê-lo ao banco em parcelas mensais que incluem amortização do principal, juros, seguros obrigatórios (MIP e DFI) e taxas administrativas.

A Receita Federal exige a declaração do financiamento imobiliário porque ele representa simultaneamente um patrimônio em formação (o imóvel) e uma dívida contraída (o saldo devedor). Omitir qualquer um dos dois lados gera inconsistência patrimonial — a chamada “evolução patrimonial a descoberto” — que é um dos principais gatilhos para a malha fina. Em outras palavras: se o seu patrimônio cresceu com a aquisição de um imóvel, a Receita precisa saber de onde veio o recurso; e se veio de financiamento, a dívida correspondente precisa estar registrada.

Quem é obrigado a declarar o financiamento imobiliário no Imposto de Renda 2022

Qualquer contribuinte que se enquadre nas regras gerais de obrigatoriedade do IRPF 2022 (ano-base 2021) e possua um imóvel financiado deve declará-lo, independentemente do estágio do contrato. Além das regras gerais — como ter recebido rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2021 — existe uma regra específica: quem realizou operação em bolsa ou possuía bens e direitos acima de R$ 300.000,00 em 31/12/2021 também é obrigado a declarar. Um imóvel financiado, mesmo que ainda não quitado, compõe esse patrimônio pelo valor já pago até a data-base.

Mesmo contribuintes que não atingiram o limite de renda podem ser obrigados a declarar se adquiriram um imóvel financiado em 2021, pois a operação altera o patrimônio de forma significativa. A recomendação é sempre verificar o conjunto completo de critérios no site da Receita Federal antes de decidir pela dispensa.

Documentos necessários antes de começar a declaração do crédito imobiliário

Reunir os documentos corretos antes de abrir o programa do IRPF evita erros de digitação e retrabalho. Os principais são: contrato de compra e venda ou escritura pública, contrato de financiamento com o banco, demonstrativo anual do financiamento (informe de rendimentos da instituição financeira), comprovantes de uso do FGTS (se houver) e o DARF de recolhimento de ITBI pago na aquisição. Guarde também recibos de parcelas pagas manualmente, caso o débito não tenha sido automático em todos os meses.

Como obter o informe de rendimentos e demonstrativo do financiamento na Caixa, Santander e outros bancos

Cada banco disponibiliza o demonstrativo anual do financiamento por canais digitais ou nas agências. Na Caixa Econômica Federal, acesse o aplicativo Habitação Caixa ou o portal habitacao.caixa.gov.br, entre com CPF e senha e localize a opção “Informe de Rendimentos para o Imposto de Renda”. No Santander, o documento está disponível no internet banking, em “Financiamentos > Informe IR”. No Itaú, o caminho é “Produtos > Crédito Imobiliário > Informe de Rendimentos”. Nos demais bancos o procedimento é similar; na dúvida, ligue para o SAC ou vá a uma agência solicitando o “demonstrativo anual de financiamento imobiliário para fins de IR”.

O que consta no demonstrativo anual do financiamento imobiliário e como interpretá-lo

O demonstrativo traz, em geral, as seguintes informações consolidadas do ano-calendário:

  • Saldo devedor em 01/01/2021 e em 31/12/2021: valor do principal ainda devido no início e no fim do período.
  • Total de parcelas pagas no ano: soma bruta de todos os pagamentos mensais.
  • Amortização do principal: a parte da parcela que efetivamente reduziu a dívida.
  • Juros pagos: encargos financeiros incidentes sobre o saldo devedor.
  • Seguros (MIP/DFI) e taxas administrativas: valores cobrados junto com a parcela, mas que não amortizam nem geram dedução fiscal.
  • CNPJ e razão social do credor: dados necessários para preencher a ficha “Dívidas e Ônus Reais”.

Entender cada linha evita o erro mais comum: lançar o valor total da parcela como custo do imóvel, quando apenas a amortização compõe o custo de aquisição para fins fiscais.

Passo a passo: como declarar o imóvel financiado na ficha ‘Bens e Direitos’ do IRPF 2022

No programa IRPF 2022 (disponível no site da Receita Federal), acesse a ficha “Bens e Direitos” e clique em “Novo”. É nessa ficha que o imóvel precisa ser cadastrado e atualizado a cada exercício, refletindo o quanto já foi efetivamente pago ao longo do contrato.

Qual código usar para imóvel financiado em ‘Bens e Direitos’ (código 11, 12 ou 13)

O grupo correto é o Grupo 01 — Bens Imóveis. Dentro dele, escolha o código conforme a natureza do bem:

  • Código 11: Apartamento
  • Código 12: Casa
  • Código 13: Terreno
  • Código 14: Terra nua
  • Código 15: Sala ou conjunto comercial

Para a maioria dos compradores de imóveis residenciais financiados, os códigos 11 (apartamento) ou 12 (casa) são os mais utilizados. Imóveis em construção ou na planta também usam esses códigos, pois o bem já existe juridicamente mesmo que a obra ainda não esteja concluída.

Como preencher os campos ‘Situação em 31/12/2021’ e ‘Situação em 31/12/2022’ corretamente

Esses dois campos registram o custo acumulado do imóvel em cada data-base. A lógica é simples: o valor informado representa tudo o que você já pagou pelo bem até aquela data, não o valor de mercado.

  • Situação em 31/12/2021: valor que constava na declaração anterior (exercício 2021, ano-base 2020). Se for a primeira declaração do imóvel, informe zero.
  • Situação em 31/12/2022: valor do campo anterior somado às amortizações pagas durante 2021 (ano-base da declaração atual). Inclua também entrada, ITBI, escritura e eventuais benfeitorias documentadas.

A diferença entre os dois campos deve coincidir com a soma das amortizações do ano, conforme o demonstrativo do banco. Não some os juros nem os seguros a esse valor.

Como informar o valor do imóvel: custo de aquisição versus valor de mercado

A legislação fiscal brasileira determina que imóveis sejam declarados pelo custo de aquisição, nunca pelo valor de mercado. Isso significa que, mesmo que o imóvel tenha se valorizado substancialmente — algo comum em empreendimentos de alto padrão desenvolvidos por construtoras como a Intacta Engenharia ao longo de seus mais de 30 anos de atuação em Belo Horizonte —, o contribuinte não deve atualizar o valor declarado para refletir essa valorização. A atualização espontânea geraria tributação de ganho de capital sem que houvesse alienação do bem. O ganho de capital só é apurado e tributado no momento da venda.

Como declarar o saldo devedor do financiamento na ficha ‘Dívidas e Ônus Reais’

Além de registrar o imóvel em “Bens e Direitos”, é obrigatório registrar a dívida correspondente na ficha “Dívidas e Ônus Reais”. Essa ficha equilibra o balanço patrimonial: você tem um ativo (o imóvel) e um passivo (o saldo devedor). Sem o lançamento da dívida, a Receita entende que você adquiriu o bem com recursos próprios, o que pode não ser compatível com sua renda declarada.

Qual código usar em ‘Dívidas e Ônus Reais’ para crédito imobiliário (SFH, SFI, FGTS)

Na ficha “Dívidas e Ônus Reais”, selecione:

  • Código 11: Financiamento imobiliário contraído com instituição financeira — SFH (Sistema Financeiro de Habitação)
  • Código 12: Financiamento imobiliário contraído com instituição financeira — SFI (Sistema Financeiro Imobiliário)
  • Código 13: Aquisição de imóvel com uso de FGTS (quando não há financiamento bancário, apenas uso do fundo)

A maioria dos financiamentos habitacionais populares e de médio padrão opera pelo SFH (código 11). Contratos acima do limite do SFH — atualmente R$ 1,5 milhão — enquadram-se no SFI (código 12).

Como calcular e lançar o saldo devedor em 31/12/2022

O saldo devedor a ser informado é o valor do principal ainda devido ao banco em 31 de dezembro do ano-base (31/12/2021, para o IRPF 2022). Esse número está explicitamente no demonstrativo anual fornecido pelo banco. Não confunda saldo devedor com o total de parcelas futuras: o saldo devedor é o principal bruto, sem os juros futuros que ainda serão cobrados ao longo do contrato.

Como informar o CNPJ e o nome do credor (banco financiador)

No campo “Credor”, informe o nome completo da instituição financeira conforme consta no contrato de financiamento. No campo “CNPJ/CPF do credor”, insira o CNPJ da instituição — disponível no próprio demonstrativo anual ou no contrato. Para a Caixa Econômica Federal, o CNPJ é 00.360.305/0001-04. Para os demais bancos, consulte o demonstrativo ou o site oficial da instituição.

Como declarar parcelas pagas durante 2022: o que entra e o que não entra no IR

Um equívoco frequente é somar todas as parcelas pagas no ano e lançar esse total como custo do imóvel. A parcela mensal é composta por elementos distintos, e cada um tem tratamento fiscal diferente.

Amortização, juros e seguros: qual parte da parcela é dedutível

Apenas a amortização do principal compõe o custo de aquisição do imóvel e deve ser somada ao valor declarado em “Bens e Direitos”. Os juros pagos ao banco não são dedutíveis do Imposto de Renda para pessoa física que adquire imóvel para uso próprio — diferentemente do que ocorre em alguns países. Os seguros obrigatórios (MIP — Morte e Invalidez Permanente, e DFI — Danos Físicos ao Imóvel) e as taxas administrativas também não compõem o custo do imóvel e não geram qualquer dedução fiscal. Esses valores simplesmente não entram em nenhuma ficha da declaração.

Uso do FGTS para amortizar o financiamento: como declarar corretamente

Quando o contribuinte utiliza o FGTS para amortizar o saldo devedor ou pagar parcelas, o valor utilizado deve ser somado ao custo de aquisição do imóvel em “Bens e Direitos”, assim como qualquer outra amortização. Paralelamente, o saldo do FGTS utilizado deve ser reduzido na ficha “Bens e Direitos” no código correspondente ao FGTS (grupo 03, código 01 — “Saldo de FGTS”). O extrato do FGTS disponível no aplicativo FGTS ou no portal fgts.caixa.gov.br informa o saldo em 31/12 e os saques realizados no ano, facilitando a conciliação.

Casos especiais: imóvel comprado em 2022, imóvel na planta e consórcio imobiliário

Como declarar imóvel adquirido e financiado no próprio ano de 2022

Se o imóvel foi adquirido e o contrato de financiamento foi assinado durante o ano de 2021 (ano-base do IRPF 2022), o campo “Situação em 31/12/2021” deve ser preenchido com zero (ou deixado em branco) e o campo “Situação em 31/12/2022” deve refletir tudo que foi pago até 31/12/2021: entrada, ITBI, registro em cartório e amortizações do período entre a assinatura e o fim do ano. Na discriminação, informe a data de aquisição, o endereço completo do imóvel, o número da matrícula no cartório de registro de imóveis e o nome do banco financiador.

Como declarar imóvel na planta com financiamento em andamento

Imóveis adquiridos na planta — modalidade muito comum em incorporações de alto padrão, onde o comprador acompanha o desenvolvimento de um planejamento de obras de construção civil cuidadoso — têm uma particularidade: durante a fase de construção, o contribuinte geralmente paga parcelas diretamente à construtora (chamadas de “parcelas de obra”), sem financiamento bancário ainda liberado. Esses pagamentos também compõem o custo de aquisição e devem ser somados ao campo “Situação em 31/12/2022”. Quando o financiamento bancário é liberado (geralmente na entrega das chaves), o saldo devedor passa a ser informado também em “Dívidas e Ônus Reais”. Guarde todos os recibos emitidos pela incorporadora.

Diferença entre declarar consórcio imobiliário e financiamento bancário

No consórcio imobiliário, o participante não tem dívida com banco — ele contribui mensalmente para um fundo comum e aguarda ser contemplado por sorteio ou lance. Enquanto não for contemplado, os valores pagos ao consórcio devem ser declarados em “Bens e Direitos”, grupo 05 (Consórcio), código 05 (Consórcio não contemplado), pelo total pago até 31/12. Após a contemplação e uso da carta de crédito para adquirir o imóvel, o bem passa a ser declarado em “Bens e Direitos” como imóvel (código 11 ou 12) e o saldo devedor do consórcio (parcelas restantes) vai para “Dívidas e Ônus Reais”. Não existe financiamento bancário no consórcio, portanto o código de dívida é diferente — utilize o código 14 (Outras dívidas) ou verifique a orientação da Receita para o exercício vigente.

Como declarar LCI e LCA vinculadas ao crédito imobiliário no IR 2022

A Letra de Crédito Imobiliário (LCI) e a Letra de Crédito do Agronegócio (LCA) são investimentos isentos de Imposto de Renda para pessoa física. Mesmo sendo isentos, precisam ser declarados na ficha “Bens e Direitos”, grupo 04 (Aplicações e Investimentos), código 03 (LCI) ou código 04 (LCA), pelo saldo em 31/12/2021. Os rendimentos auferidos no ano devem ser informados na ficha “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”, código 12 (Rendimentos de LCI, LCA, CRI, CRA e debêntures incentivadas). O valor do rendimento consta no informe de rendimentos emitido pela corretora ou banco emissor. A isenção não dispensa a declaração — omitir esses ativos também pode gerar inconsistência patrimonial.

Erros mais comuns ao declarar crédito imobiliário e como evitar a malha fina

Divergência entre valor declarado e informações do banco: como corrigir

A Receita Federal cruza os dados declarados pelo contribuinte com as informações enviadas pelas instituições financeiras via DIRF (Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte) e e-Financeira. Se o saldo devedor que você declarou em “Dívidas e Ônus Reais” divergir do informado pelo banco, a declaração cai em malha. Para corrigir antes do envio, utilize sempre os valores exatos do demonstrativo anual do banco. Após o envio, caso perceba o erro, retifique a declaração pelo próprio programa IRPF, acessando “Declaração > Retificadora”, antes de receber qualquer notificação da Receita.

Não atualizar o valor do imóvel a mercado: por que isso é correto pela legislação

Muitos contribuintes ficam tentados a atualizar o valor do imóvel na declaração para refletir a valorização real do bem — especialmente em mercados aquecidos ou em empreendimentos de alto padrão com forte construção sustentável e diferenciais tecnológicos que impulsionam a valorização. Essa atualização, porém, é vedada pela legislação fiscal. O artigo 17 da Lei nº 9.249/1995 proíbe a reavaliação de bens imóveis por pessoas físicas para fins de IR. Atualizar o valor gera tributação de ganho de capital fictício. O correto é manter o custo histórico e apurar o ganho de capital apenas na venda, aplicando os fatores de redução previstos em lei conforme o tempo de posse do imóvel.

Resumo visual: checklist completo para declarar crédito imobiliário no IRPF 2022

  1. Reúna os documentos: contrato de financiamento, demonstrativo anual do banco, comprovante de uso do FGTS (se houver), recibo de ITBI e escritura.
  2. Abra a ficha “Bens e Direitos”: selecione grupo 01 e o código correto (11, 12 ou 13 conforme o tipo de imóvel).
  3. Preencha a discriminação: endereço completo, número de matrícula, data de aquisição, nome do banco e número do contrato.
  4. Informe o custo acumulado: campo “Situação em 31/12/2021” com o valor da declaração anterior; campo “Situação em 31/12/2022” com o valor anterior somado às amortizações de 2021.
  5. Não inclua juros, seguros nem taxas no custo do imóvel.
  6. Abra a ficha “Dívidas e Ônus Reais”: selecione o código correto (11 para SFH, 12 para SFI).
  7. Informe o saldo devedor em 31/12/2021 conforme o demonstrativo do banco, com CNPJ e nome do credor.
  8. Se usou FGTS: some o valor ao custo do imóvel e reduza o saldo de FGTS em “Bens e Direitos”.
  9. Se possui LCI ou LCA: declare em “Bens e Direitos” (grupo 04) e os rendimentos em “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis” (código 12).
  10. Confira se os valores batem com o demonstrativo do banco antes de transmitir a declaração.
  11. Em caso de erro após o envio: envie declaração retificadora pelo programa IRPF.

FAQ: Preciso declarar o imóvel financiado mesmo sem ter quitado nenhuma parcela em 2022?

Sim. A obrigação de declarar o imóvel financiado não depende do pagamento de parcelas no ano-base. Se o contrato de financiamento foi assinado e o bem foi adquirido juridicamente — mesmo que as parcelas só comecem a vencer no exercício seguinte —, o imóvel já integra o patrimônio do contribuinte e deve ser declarado em “Bens e Direitos” pelo valor efetivamente pago até 31/12 (entrada, ITBI, registro, etc.). O saldo devedor deve constar em “Dívidas e Ônus Reais” pelo montante total financiado ainda não amortizado. A ausência de parcelas pagas no ano apenas significa que o campo “Situação em 31/12/2022” terá um valor muito próximo ao do campo “Situação em 31/12/2021”, refletindo somente os custos de aquisição iniciais — sem nenhuma amortização adicional a acrescentar.

Compartilhe este conteúdo

Relacionados

Explore nossos novos lançamentos prontos para morar

Conheça nossos edifícios em lançamento, projetados para superar suas expectativas em conforto e elegância. Veja as novidades ou fale conosco para saber mais.

Conteúdos relacionados

Miniature wooden house with keys and contract symbolizing real estate transactions.

O que acontece se não consegue pagar financiamento imobiliário

Descubra as consequências de não pagar financiamento imobiliário e conheça alternativas para evitar perda do imóvel e danos ao crédito.

Publicação
Cutout paper composition of realtor with inscription mortgage over house for purchases with payment of interest on amount of cost

Qual a taxa de financiamento imobiliário

Descubra qual a taxa de financiamento imobiliário atual, como varia entre instituições e encontre a melhor opção para seu investimento imobiliário.

Publicação
Modern skyscrapers in Poznań with an airplane soaring above on a clear day.

Como transferir financiamento imobiliário caixa

Aprenda como transferir financiamento imobiliário Caixa e conquiste melhores taxas de juros e condições de crédito para seu imóvel.

Publicação
Wooden model houses on graphs depict real estate market analysis and trends.

O que é taxa tr no financiamento imobiliário

Descubra o que é taxa TR no financiamento imobiliário e como ela afeta suas prestações mensais. Aprenda a calcular e se preparar para reajustes.

Publicação
A real estate agent holding a home for sale sign and clipboard outside a property.

Como desistir de um financiamento imobiliário

Descubra como desistir de um financiamento imobiliário legalmente e minimize impactos financeiros com nossas orientações práticas e seguras.

Publicação
Calculator with glasses and folders on an office desk. Perfect for finance and accounting themes.

Como calcular a renda para financiamento imobiliário

Aprenda a calcular a renda para financiamento imobiliário e descubra qual valor máximo você consegue financiar junto aos bancos com segurança.

Publicação